13 de jan de 2014

POSTURA É SAÚDE: Sedentarismo e Lombalgia

Realizar exercícios físicos regularmente é uma das medidas mais importantes para se ter uma vida saudável. A prática regular de exercícios físicos não está, necessariamente, apenas na prática de esportes. As atividades como um caminhada até o trabalho, subir escadas, realizar alguns esforços físicos ou até mesmo as donas de casa, que fazem esforços, limpando suas casas ou mesmo atividade rotineiras no trabalho, podem ser, de certa forma, consideradas. Porém, tais atividades podem, em muitos casos, não ser suficientes ou exigirem um certo “preparo” para serem realizadas. A essa, digamos “falta de preparo” (gasto de energia abaixo do esperado) que consideramos como um comportamento sedentário.



Além de estar associado a outros fatores de risco (tabagismo, estresse, dieta inadequada, obesidade), está relacionado ao desenvolvimento de inúmeras patologias, principalmente cardiovasculares (hipertensão arterial, infarto, derrames e problemas de circulação), em suma, numa má qualidade de vida; O Sedentarismo por si só já é considerado uma doença e considerado um dos maiores problemas do mundo moderno.

Devido a tantas associações com uma má qualidade de vida, não é de se chocar que a estrutura do corpo debilite-se diante de um comportamento sedentário persistente. Também não é difícil observar que níveis irrisórios de aptidão física são comuns no estilo de vida sedentário e em algumas atividades profissionais, nas quais raramente há necessidade de esforços físicos. Tais fatos podem contribuir na postura corporal, desequilibrando a estrutura do corpo como um todo e consequentemente trazendo complicações.

Uma das complicações mais comuns, a lombalgia, caracterizam como uma doença de pessoas com vida sedentária, onde a inatividade física estaria relacionada direta ou indiretamente com as dores na coluna. Porém, tanto o sedentarismo como o trabalho com grandes cargas (onde aqui sinalizo a “Falta de preparo” explicada nos primeiros parágrafos) representam indicadores de risco para a lombalgia.

Má postura, inflamação ou mesmo hérnia de disco. As causas variam, mas trazem como consequência a famosa lombalgia, ou dor nas costas, que tem influência importante na qualidade de vida do indivíduo.

A lombalgia é causada, frequentemente, por um problema postural (ou de situações que podem causar a má postura tais como: estado psicológico, maneira de sentar incorreta, não realizar exercícios físicos, a posição ao dormir, etc. Sendo essas mantidas por longos períodos). Mas para conseguir ter uma boa postura é preciso que todos os músculos do corpo (bem como, todas as composições articulares e esqueléticas) estejam fortalecidos, principalmente estruturas das costas e do abdome. Deve-se, portanto prepara-las.



A depender do problema postural (este diagnosticado pelo profissional competente) a lombalgia pode, e deve ser tratada com mudança de hábitos (vícios posturais nas atividades do dia-dia, no trabalho, etc.; evitar comportamento sedentário; elaborar estratégias para uma boa postura durante o sono tais como: colchões ortopédicos, travesseiros adequados, etc..). A dor característica da lombalgia é fator limitante de alguns exercícios, principalmente em sua fase aguda, mas não, necessariamente, quer dizer que deve-se evitar realizar exercícios.

Segue abaixo algumas dicas de prevenção: 
  • Procurar, sempre, apoio para costas ao realizar exercícios;
  • Ao carregar pesos, proteger a coluna de uma má postura;
  • Evitar permanecer curvado por muito tempo (hábito comum no trabalho, principalmente diante do computadores);
  • Realizar exercícios específicos, sob orientação de um profissional, quando fora de crise (dores);


Em suma, a mudança de hábitos de vida é decisiva para o tratamento e prevenção de complicações posturais. Esforços do dia-dia (atividades no trabalho, subir uma escada em casa, um passeio com cachorro...) podem, sim, ter sua relevância para evitar um comportamento sedentário, porém, podem, ou não serem suficientes, ou exigirem o que seu corpo não está preparado. Daí a importância da dedicação em atividades regulares controladas respeitando a adaptação do corpo, evitando, ou mesmo tratando tais complicações. Visto que, estas, têm influência direta na qualidade de vida, afinal...

“ninguém consegue viver bem sentindo dor!”

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