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3 de mai. de 2010

Palestrando (HIPERTENSÃO e ATIV. FÍSICA)


Em 26 de abril, foi comemorado o Dia Nacional de Combate a Hipertensão, e o tema foi amplamente divulgado nos veículos de comunicação, com reportagens mais diversas nesta última semana. Em referência a tal data, realizamos no Pólo Coque do Programa Academia da Cidade (PAC), uma palestra informativa a respeito da Hipertensão e sua relação com os hábitos de vida diária, incluindo ainda a atividade física regular como importante aliada na prevenção e tratamento desta doença.
Ao enfatizar o caráter crônico da doença ratificamos a necessidade de uma atitude de vigilância permanente aos fatores de risco, a adoção de hábitos saudáveis e aferição da pressão arterial periodicamente.
Alertamos o perigo da automedicação, enfatizando a necessidade da orientação profissional adequada, especialmente nas áreas médicas, nutricional e de atividade física (neste ponto relatamos ainda o risco potencial que um hipertenso desenvolve ao praticar exercício físico de forma autônoma).
Embora reconhecendo as dificuldades de acesso à informação e aos serviços públicos de saúde (relatados pelos próprios usuários presentes à palestra), os usuários da Academia da Cidade sentiram-se contemplados/privilegiados em obter informações de tamanha utilidade, além de um serviço gratuito e de qualidade no âmbito da atividade física e promoção de saúde.
Os relatos dos praticantes são animadores, afirmando consideráveis melhoras no quadro Gerald e saúde com a prática regular da atividade física orientada pelo PAC.
Muito mais que definições e alertas costumeiros, nosso objetivo foi trazer ao usuário dados palpáveis dos ganhos efetivos que a mudança de hábitos de vida traz à saúde, ratificando a necessidade de manter-se sempre vigilante e ativo nos cuidados com a saúde.

OBJETIVO ALCANÇADO!

19 de nov. de 2008

FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS CARDÍACAS


MUITA ATENÇÃO AOS DADOS APRESENTADOS ABAIXO E NA IMPORTÂNCIA QUE TEM A ATIVIDADE FÍSICA NA PREVENÇÃO, TRATAMENTO DE DOENÇAS E CONTROLE DOS FATORES DE RISCO...

->Hipertensão: A Hipertensão é o principal fator de risco para o desenvolvimento da arteriosclerose.
->Idade: Quanto mais idoso o indivíduo, mais grave e mais disseminada a doença arterosclerótica. No entanto, em termos de expectativa geral de vida, uma pessoa jovem com a mesma elevação da pressão sangüínea apresenta um quadro mais grave.
->Sexo: A arteriosclerose é muito mais comum em homens do que em mulheres, sendo os demais fatores de riscos os mesmos , as mulheres passam a manifestar o mesmo grau de severidade do quadro cerca de 15 anos após os homens.
->Nível sérico de colesterol: Quanto mais alto o nível de colesterol maior o risco de alterações coronarianas, no caso de colesterol de baixa densidade. Altas concentrações de lipoproteínas de alta densidade, no entanto, parecem Ter uma função de proteção.
->Raça: A hipertensão não só é mais prevalente em negros do que em brancos, como também é mais grave.
->Fumo: Os dados indicam que em homens hipertensos , de 45 a 54 anos de idade, com níveis séricos de colesterol elevados, o consumo diário superior a 20 cigarros leva a uma elevação da taxa de mortalidade coronariana a três vezes a taxa normal, e a taxa de mortalidade cerebrovascular a sete vezes a taxa considerada normal.
->Diabete: A diabete acelera o processo de arteriosclerose e se combinada à hipertensão, pode levar a processos graves cardiovasculares e cerebrovaculares em idade precoce.
->Hereditariedade: Um histórico de morte súbita em um dos pais ou irmãos devido a complicações hipertensivas tais como derrame, insuficiência renal, ou insuficiência cardíaca congestiva indica que o paciente com hipertensão limite ou leve provavelmente evoluirá para estágios mais graves.
->Obesidade: A obesidade leva a hipertensão , e é também considerada como um fator independente de risco para o desenvolvimento da arterosclerose .
->Álcool: Mais do que 30 mil diários de álcool podem causar um aumento da pressão sangüínea. A ingestão de grandes quantidades de álcool pode levar também a um enfraquecimento da musculatura cardíaca (cardiomiopatia).
->Vida sedentária e falta de exercícios físicos: Em um estudo realizado na Inglaterra, foi constatado que o infarto do miocárdio é mais comum em motoristas de ônibus e em funcionários de agência de correio do que em carteiros.
->Estresse emocional: Acredita-se que um esforço mental exagerado pode levar à hipertensão. As evidências científicas a respeito desta crença são, no entanto, inconclusivas.
->Hiperuricemia: Altos níveis de ácido úrico estão estreitamente relacionados à pressão alta e mortalidade por causas cardiovasculares. Até agora não existem evidências de que a hiperuricemia possa levar à doença coronariana ou aterosclerose. Além disto, a hipertensão não leva à hiperuricemia ou vice-versa.
->Fatores sócio-econômicos: O status sócioeconômico é difícil de ser analisado. Tende a refletir o modo de vida, nível de stress ao qual o indivíduo está submetido, estado geral de saúde e aparência.
->Batimentos cardíacos acelerados: O aumento da freqüência cardíaca acompanhada de elevação da pressão arterial está mais relacionado a mortes súbitas do que a diminuição da freqüência cardíaca.
->Renina plasmática: Os hipertensos com aumento da atividade da renina plasmática apresentam mais complicações. As evidências a respeito do papel da renina ou da angiotensina II nestas complicações são, no entanto, inconclusivas.

(FONTE: Cooperativa do Fitness)